Luz ao fundo do túnel!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Apanhar Sujeitos para a Indução de Conceitos Civilizados!

Estava a ouvir na RTPN um tenente-coronel sobre os desacatos de ontem à noite em Odivelas.
Ele falava dos sujeitos de certos bairros considerados como mais perigosos. Aquilo que me fez vir aqui escrever foi a forma como ele se expressou. Ele falava sobre a educação dos jovens habitantes destes bairros. O conteúdo também interessa, como é óbvio.
Ele dizia que a única forma de evitar a perigosidade destes locais era "apanhando" estes miúdos na escola de forma a se conseguir "induzir certos conceitos de civilidade". Se considerarmos que o que queremos é viver em paz, sem problemas de criminalidade, esta forma de actuar poderia ser considerada correcta. O que me desilude ferozmente é, sem dúvida, que esta é a forma de actuar e de pensar de quem possuiu o poder. Indução. Implica contra a vontade. Apanhados... hmmm...
Outra observação que o sujeito fazia era sobre o acato à autoridade. Deve-se sempre acatar de forma rápida e cordial. Mesmo que a autoridade não tenha razão?
A forma como eu imagino o que terá acontecido:

Os agentes policiais foram até um bairro considerado perigoso, respondendo a uma chamada sobre uma suspeição de furto. Chegando ao pé do sujeito que era suspeito, pediram-lhe a identificação. O sujeito resistiu. Resistiu porque a polícia foi cordialíssima e simpatiquíssima. E o irascível suspeito reagiu violentamente.

Se, por um lado, queremos que a polícia entre nestes bairros populados por sujeitos que escapam à indução de conceitos civilizados, por outro lado queremos que a civilidade chegue a estes locais. Para isso, teremos que ir ao cerne da questão. Possibilitar a estes habitantes um acesso igual a uma vida digna. Algo que não acontece. Sobra a "porrada". É mais fácil.

Que mais quererão induzir?

sábado, 30 de abril de 2011

Respeito!

Há formas de demonstrar respeito. Mas a não utilização dessas formas não quer dizer que não se respeite.
Tratar alguém por senhor ou senhora é uma forma de demonstração de respeito. Hoje em dia o você é utilizado de uma forma parecida.
Mas... é também uma forma de manter uma certa distância. Evita o contacto físico que é tão importante para o ser humano. Crianças que nascem prematuras e são colocadas numa encubadora demonstram diferentes níveis de crescimento e saúde de acordo com a quantidade de tempo que são tocadas.
Tratar as crianças por tu e permitir que também o façam é, na minha opinião, saudável. O respeito não está nas palavras mas na forma como são proferidas.
Dizer umas "verdades" aos pais não deveria ser errado. Por muito que as tais "verdades" sejam apenas pontos de vista diferentes. No tratamento por tu entre diferentes gerações quebram-se algumas barreiras e permitem um tratamento de igual para igual.
É muito fácil esquecermos que já fomos mais novos e que discordámos dos nossos pais. E o quanto estão errados quando discordamos deles. E os outros todos que discordam de nós, é claro.
Quem é que nunca ouviu que eles tinham razão porque tinham mais experiência? E todos sabem o quanto a experiência faz diferença na forma como encaramos este mundo. Sem ironia. Mas todos sabem o quanto a experiência de vida não é razão suficiente para termos razão.
Eu costumo distinguir as pessoas como mais inteligentes e menos inteligentes. Não há pessoas burras. Apenas pessoas que não utilizam o cérebro com que nasceram. Uma das demonstrações de inteligência que mais considero é a capacidade auditiva. A capacidade de ouvirmos um argumento de alguém que discorda de nós, de o analisarmos e aproveitar a parte ou o todo desse argumento demonstram inteligência. E respeito!
Se todos pensarmos que termos filhos mais evoluídos que os pais é bom, se lhes ensinarmos que eles devem questionar tudo o que lhes ensinamos, poderemos vir a ter uma sociedade onde o respeito pelo próximo nos distinguirá do reino animal. Em vez de continuarmos a viver na selva com a lei da sobrevivênica.
O respeito é bom. Mas não na forma. Na sua substância.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Contas à portuguesa!

Os jornalistas andam feito baratas tontas à volta da intitulada troika. Somos um país tão letrado que vamos buscar palavras aos russos para denominar esses execráveis seres que nos vão salvar. Altruísmo deve ser a palavra de ordem deles.

O facto é que não sabemos quanto nos vão emprestar. Suspeito que nem o Sócrates sabe. Para isso deveríamos saber em que situação estamos. O que me espanta, sinceramente, é que os jornalistas e comentadores, e provavelmente a restante população desta ainda-nação, acham que as negociações devem ser secretas. Eu não consigo entender se a razão é porque assim podem vender mais jornais com manchetes inventadas ou se é porque realmente acreditam que é assim que deve ser.

As contas públicas deveriam ser isso mesmo: PÚBLICAS!!!!!!!!

Eu vivo a ser enganado desde que nasci. E quero deixar de o ser. O estado está ao serviço do povo e não o contrário. Eu sei que sou romântico... mas não consigo entender.

Eu QUERO SABER quanto devo ao exterior e quantos anos terei de pagar.

Eu QUERO SABER onde tem sido aplicado o meu dinheiro desde que comecei a descontar para este buraco sem fundo.

Eu QUERO SABER para onde vai o dinheiro que todos os meses me descontam na factura de electricidade.

Eu QUERO SABER para onde vai o dinheiro que pago a cada seis meses para os esgotos (para além do mensal que é mais do que gasto de água!).

Eu QUERO SABER para onde vai o dinheiro que me descontaram para a SS. No outro dia ouvi que metade dos investimentos feitos na dívida pública eram por parte desta...

Eu QUERO SABER quantas viaturas tem o estado. Até à unidade. Sem margem de erro.

Eu QUERO SABER exactamente quantas empresas públicas existem. Quantas PPP existem. Quantos empregados tem a função pública. Quanto é que se gasta em inúmeras despesas.

Eu QUERO SABER quantas facturas estão na gaveta e que permitem este governo ter superavit. Para depois não ficar com as calças na mão quando se lembrarem de as pagar.

Eu QUERO SABER a verdadeira situação das contas públicas e não quero ouvir mais as repostas dos meus amigos: "Não podemos fazer nada!"

NÓS TEMOS O DIREITO DE SABER!!!!!!

O DINHEIRO É NOSSO!!!!!

FILHOS DA PUTA!

P.S.: Será de bom tom dizer que me contive a escrever esta mensagem. A vontade era de usar um palavrão a cada 2 palavras.

Que Presidente da República é este?

Há dias, o foleiríssimo deputado Lello escreveu no Facebook que o PR havia sido foleiro. Concorde-se com o dito deputado (ou não), a verdade é que a forma escolhida foi de uma enorme foleirice.

Mas o que me revolta enormemente, num país cujo analfabetismo é gritante, é a forma como este PR decide comunicar com o país a que preside. Para quem se diz representante de todos os portugueses, mandar recados pelo Facebook é de uma extrema falta de consideração.

A única forma que teremos de saber o que sua excelência pensa é de entrarmos na página do dito site e juntarmo-nos à pagina facebookeana da Presidência da República. Como os excelsos jornalistas não têm muito que fazer, têm tempo de estar no facebook à espera de novidades. Para depois comentarem apenas as partes que lhes interessam ou que alguém lhes permitiu interessar.

Se o professor de economia, ilustre representante de uma nação moribunda, deseja dizer alguma coisa, faça um discurso, uma conferência de imprensa, seja o que for. Mas apareça com a sua cara (estou certo que os jornalistas atrás mencionados serão enviados pelas suas cadeias televisivas!) e fale para quem o elegeu. E para os demais também. Quer se queira, quer não, a verdade é que ele nos representa.

Este aceno de mão para um Lima qualquer dizendo que publique as suas ideias numa página qualquer, seja do facebook ou outra qualquer, simplesmente não chega.

Mas que PR é este afinal?

terça-feira, 26 de abril de 2011

Voto em branco?

Será que me darei ao trabalho de ir votar?
Tenho vontade de mudar a forma como este país é governado.
Tenho vontade de muitas coisas, é verdade, mas só mudar poderá não ser suficiente.
Não consigo ver que vantagens me trarão qualquer um dos candidatos a Primeiro-Ministro. Consigo ver a vantagem de não voltar a ver o Engº Pinto de Sousa.
O que realmente não consigo aceitar é este sistema partidário que rege o país. E utilizo a palavra reger no seu sentido mais puro. Que são estes partidos para além de dinastias gastas e sem futuro? Irrita-me que queiram que o país tenha o mesmo futuro que os próprios: a mediocridade.
Eu sei que os portugueses, na sua maioria, o merecem. Mas custa-me viver ao lado de gente tão burra, ignorante, egoísta, desinteressada, sem visão... é melhor parar por aqui pois não quero que a mensagem tenha 3 páginas...

Quando falo com pessoas descontentes, a resposta é sempre a mesma: não se pode fazer nada. Assim como nas várias revoluções que aconteceram neste país, a verdade é que se pode fazer alguma coisa. Só é preciso retirar a cabeça do local escuro, entre as pernas.

Eu sei que não quero governar. Não porque não me ache capaz de fazer melhor. Mas porque não me deixariam. Porque teria que alterar completamente o paradigma financeiro e económico. Porque a minha primeira accção seria, provavelmente, mandar o euro àquela parte. Depois mandava a UE para o mesmo sítio escuro onde andam os deputados europeus... ah... mandava também o FMI e todos os credores, também. Que pena que tenho dos "investidores" que não recuperariam o seu dinheiro. Só é pena é o fundo de investimento da Segurança Social... hummm. Estamos mesmo lixados com F.

A vontade de ir lá colocar um manguito em vez de uma cruz é grande. Demorar 30 minutos a votar para que "a malta" que irá votar PS se sinta mal. Ou do PC. Ou do BE. Ou do PP. Ou dos PEV(alguém vota neles??) Ou do PSD... Mas o manguito nunca seria visualizado pelos candidatos a PM...

A esplanada soa-me bem. Mas desde que o idiota do Bastonário dos Advogados (fiel seguidor do Sócrates) disse para a "malta" se abster... que caraças... os votos brancos contam para alguma coisa? Que molho de bróculos...



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

ZEITGEIST: MOVING FORWARD | OFFICIAL RELEASE | 2011



Só vale a pena ver se for com a mente aberta.

ADENDA: Fiquei com uma pulga atrás da orelha ao ver este vídeo. Soou um alarme no cérebro: "New World Order". Fui fazer algumas investigações na internet sobre o movimento Zeitgeist e deparo-me com vários alertas sobre quem são os elementos associados ao projecto.  Aparentemente estarão ligados aos illuminati. Neste mundo cheio de desinformação só nos resta pensarmos por nós próprios. Há que ter em consideração o que realmente queremos da sociedade e ter em conta uma máxima: manter a maior liberdade possível nesta vida que é só nossa e de mais ninguém. Não permitir que as decisões da nossa vida sejam feitas por outros. Enfim...

Aquilo que realmente é importante! - Capítulo 3

Se fizermos umas contas engraçadas, poderemos chegar a alguns números interessantes.

Se atribuírmos a cada pessoa que habita este planeta um espaço para habitar de 75m2, poderemos concluir que em 1km2 caberão 177 pessoas. Imaginem um casal com uma casa de 150m2. Um casal com 1 filho com 225m2. Muito confortável.

Tendo em conta que estamos perto dos 7.000.000 de habitantes, concluímos que precisamos de 39.375km2 para habitação. Portugal (incluindo as Ilhas) tem 91.959km2.

Claro que não estamos a contar com estradas, ruas, edifícios de apoio, etc..

De acordo com uma das pessoas que ouvi, para uma população de 6 biliões, seriam necessários 450.000km2 se construíssemos apenas com 1 piso. Ou seja, um país como a Espanha, seria suficiente para o total da população mundial. De acordo com outro, já com quase 7 biliões como referência, falava de um estado como o Texas.

De acordo com o primeiro, se construíssemos tudo em 3 pisos, precisaríamos de 150.000km2. Aqui, vamos manter as coisas simples, pois se dividirmos o número de habitações construídas também diminuiríamos o espaço necessário para estradas, ruas, etc.. Um país como a Inglaterra(não confundir Reino Unido) seria suficiente. Se construirmos 9 pisos, países como a Holanda, Dinamarca ou Suiça bastariam.

Isto deixaria muito espaço para a agro-pecuária e ainda para zonas verdes no resto do mundo.

Claro que não queremos viver todos no mesmo sítio, mas quando se analisam os números friamente temos que concluir que não há falta de espaço.

Outro dos conceitos passados, muitas vezes na comunicação social, é que não existem recursos suficientes para alimentar a população. Gostaria de lembrar que as toneladas de fruta e vegetais destruídas todos os anos só pela UE, dariam para alimentar muitas pessoas (se é que não o resto da população necessitada). As quotas têm, na sua essência, interesses económicos, mantendo os preços elevados para os seus membros lucrarem mais. Simples dedução lógica da lei da oferta e da procura. Poderíamos especular, também, que outra das intenções das quotas seria o de tornar os Estados membros inter-dependentes uns dos outros e assim impossibilitar, ou pelo menos dificultar tremendamente, a sua retirada. Se foi uma das intenções iniciais ou não, caímos todos que nens uns patinhos. A verdade é que não somos cidadãos livres da UE, uma vez que somos restringidos em tudo o que queremos produzir.

Outra situação interessante a considerar, e para isso basta pesquisar um pouco pela internet, a quantidade de tecnologias energéticas alternativas que existem e que não são exploradas de modo a serem implementadas. Terá algo a ver com o poder dos produtores de petróleo e outros recursos naturais? Não gostaria de acreditar que os nossos governantes, cujo interesse é puramente o bem-estar das suas populações, não investem na possibilidade de utilizarmos energias verdadeiramente inovadoras, que consomem recursos verdadeiramente abudantes, não poluentes e economicamente mais viáveis para todos por motivos económicos (para eles!). Se tiverem curiosidade, procurem por TEZLA na internet. E podem limitar-se a introduzirem "energias alternativas" ou "free energy". Mas CUIDADO!! Descobrirão coisas verdadeiramente alucinantes. Só malta maluquinha. Onde já se viu... energias sem serem à base de combustíveis fósseis. Que disparate!

Algumas destas pessoas acreditam ter descoberto formas de energia anti-gravitacional que permitem viajar a velocidades até agora impensadas. Mas como está fora da esfera da chamada física convencional, só podem ser charlatões.

Os alemães, durante o nazismo, estudavam a física ligada ao esoterismo. Como eles eram tão atrasados no que toca a ciência, nenhum dos seus cientistas foram aproveitados, como se prova na operação PAPERCLIP levada a cabo pelos serviços secretos Norte Americanos.

Em resumo:

Temos espaço suficiente na Terra para muito mais população do que a que temos actualmente.
Temos capacidade para recursos suficientes para esta população e muito mais.
Temos conhecimento (só alguns) que permitiria vivermos num planeta com muito menos poluição, com transportes mais rápidos e melhores, com padrões de vida individual muito mais elevado do que actualmente.

Que é que falta??

Sobre isso falarei mais adiante!