Acabou a entrevista a Pedro Passos Coelho. Estava muito curioso para saber quais as soluções que ele tem em mente para mudar o rumo do país. Continuo muito curioso. Nada! Zero! Não foi feita uma única pergunta sobre os projectos que ele tem para o país. Nem umazinha...
Com todos os tropeções nos erres da muitíssima conceituada Judite de Sousa, as perguntas foram todas à volta do PSD e das suas tricas. TODAS!
É assim o jornalismo que temos. Tudo o que interessa a estes miseráveis seres humanos é a faca na liga.
Porquê?
Não posso aceitar que as pessoas sejam assim tão mesquinhas. Pelo menos as colocadas em lugares de destaque. Como a jornalistazeca que acabei de ver em "acção".
Será que ela não tem a mínima curiosidade em saber o que um potencial futuro PM de Portugal quer fazer para mudar o país? As contas pelo menos, que a mentalidade levará algumas dezenas de anos. Se não for séculos... Eu sei que ela não padece dos mesmos problemas que o comum dos mortais. Mas como jornalista deveria ser uma defensora da verdade e do interesse público.
Porquê??
Será que ela sofre de um atraso mental não observável fisicamente, que a inibe de pensar nas razões pelas quais ela tem um emprego onde ganha mais que o PR (muito mais), pago pelos contribuintes directa e indirectamente (publicidade -> produtos e serviços -> Tuga Comprador)?
Será que ela é muito inteligente e consegue compreender aquilo que eu não consigo?
Será que ela é tão boa naquilo que faz, que os verdadeiros donos da estação (o estado português) mandatou-a para não levantar a lebre e manter a conversa no supérfulo?
Será que o Seabra (não sei se prefere o PPC ou a MFL) pediu-lhe para tentar com que o PPC fosse visto como pertencendo à troupe dos desestabilizadores da pátria? Razão fulcral na derrota do PSD nas legislativas? Da senhora muito honesta e séria (não há ironia aqui) que só dispara para os pés?
Eu queguia muito sabeg. O que o PPC tem paga nos ofegueceg. Não o que a lambisgóia de cabelo pintado queguia.
Mas que porra! Ou melhor. Mas que pogga!!!
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
Luz ao fundo do túnel!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Média & Catástrofes
Nesta hora de pesar e luto pelos haitianos, decidi ser polémico.
Não vejo as notícias sobre o sismo. Não quero saber quantos morreram, nem quantos estão sem comida e muito menos quem ajudou.
Vi algumas notícias do dia em que aconteceu. Bastou-me. E ainda não havia muitas imagens. O que eu agradeço.
Agradeço porque não sou mórbido. Agradeço porque tenho mais com que preocupar-me. Sou solidário em espírito mas não na forma. Não converso sobre isso e quando leio no café desligo-me das massas de informação em forma de conversa regurgitada pela maioria das pessoas que rodeiam-me.
Este sentimento inóquo, que faz-me lembrar as carpideiras, é intolerável para mim.
Encontro algumas respostas para esta situação abominável de desprezo pela vida humana. Porque é de desprezo que se trata e não de um sentimento nobre. Este uso pelos media do sentimento de dó é rasca. Este proliferar de conversas sobre quantos morreram é tão absurdo quanto ridículo.
Eu não choro quando alguém que eu não conheço morre. Não me diz nada. Deixo as penas para as galinhas que também não sentem a morte de 1 a 500000000000000000000000 mortos (ainda não sei em que estação acreditar). Pena que os responsáveis pela divulgação destes números tenham chumbado a matemática. Vou mais longe e digo às pessoas que me falam sobre o tema que foi Deus na tentaiva de equilibrar a Natureza. Também não me importo com o que ficam a pensar de mim. Se eu lhes dissesse o que penso da maioria deles...
E quem é que agradece a Deus por estas catástrofes? Que vil pecador em pensamento? Quem tem algo a ganhar com isso.
A inexperiente repórter que vai de "viajem" para o Haití. A estação que a mandou que vai mostrar as imagens sem ter que as comprar à concorrência. A estação que comprou à concorrência para ver se consegue um melhor share de audiências (a palavra share é bem empregue aqui!). As empresas de publicidade e suas clientes que têm nestas alturas catastróficas uma possibilidade maior de venderem os seus serviços e produtos.. Os políticos que aproveitam estas "desgraças" para falarem ao seu povo: "Vejam como nós somos bons e até ajudamos aqueles que deixamos morrer de fome hà décadas!". "Pena que não tenham morrido mais...", pensarão alguns desses políticos quando olham para os seus orçamentos. Mas depois encolhem os ombros: "O dinheiro nem é meu! Que se lixe!"
E enquanto a maioria vive embasbacada diante do ecrã, os controladores da mente humana esfregam as mãos. Quanto mais toxinas acumularem nas mentes do rebanho menos ovelhas ronhosas haverá. Menos luta.
Menos capacidade para lutarem. Contra um sistema liderado por pessoas na sua maioria sem escrúpulos. Que pisam diariamente os direitos daqueles que os alimentam e ainda se riem da pobre letargia do seu rebanho.
Vis pecadores. Só tenho pena de não acreditar no Inferno...
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
Não vejo as notícias sobre o sismo. Não quero saber quantos morreram, nem quantos estão sem comida e muito menos quem ajudou.
Vi algumas notícias do dia em que aconteceu. Bastou-me. E ainda não havia muitas imagens. O que eu agradeço.
Agradeço porque não sou mórbido. Agradeço porque tenho mais com que preocupar-me. Sou solidário em espírito mas não na forma. Não converso sobre isso e quando leio no café desligo-me das massas de informação em forma de conversa regurgitada pela maioria das pessoas que rodeiam-me.
Este sentimento inóquo, que faz-me lembrar as carpideiras, é intolerável para mim.
Encontro algumas respostas para esta situação abominável de desprezo pela vida humana. Porque é de desprezo que se trata e não de um sentimento nobre. Este uso pelos media do sentimento de dó é rasca. Este proliferar de conversas sobre quantos morreram é tão absurdo quanto ridículo.
Eu não choro quando alguém que eu não conheço morre. Não me diz nada. Deixo as penas para as galinhas que também não sentem a morte de 1 a 500000000000000000000000 mortos (ainda não sei em que estação acreditar). Pena que os responsáveis pela divulgação destes números tenham chumbado a matemática. Vou mais longe e digo às pessoas que me falam sobre o tema que foi Deus na tentaiva de equilibrar a Natureza. Também não me importo com o que ficam a pensar de mim. Se eu lhes dissesse o que penso da maioria deles...
E quem é que agradece a Deus por estas catástrofes? Que vil pecador em pensamento? Quem tem algo a ganhar com isso.
A inexperiente repórter que vai de "viajem" para o Haití. A estação que a mandou que vai mostrar as imagens sem ter que as comprar à concorrência. A estação que comprou à concorrência para ver se consegue um melhor share de audiências (a palavra share é bem empregue aqui!). As empresas de publicidade e suas clientes que têm nestas alturas catastróficas uma possibilidade maior de venderem os seus serviços e produtos.. Os políticos que aproveitam estas "desgraças" para falarem ao seu povo: "Vejam como nós somos bons e até ajudamos aqueles que deixamos morrer de fome hà décadas!". "Pena que não tenham morrido mais...", pensarão alguns desses políticos quando olham para os seus orçamentos. Mas depois encolhem os ombros: "O dinheiro nem é meu! Que se lixe!"
E enquanto a maioria vive embasbacada diante do ecrã, os controladores da mente humana esfregam as mãos. Quanto mais toxinas acumularem nas mentes do rebanho menos ovelhas ronhosas haverá. Menos luta.
Menos capacidade para lutarem. Contra um sistema liderado por pessoas na sua maioria sem escrúpulos. Que pisam diariamente os direitos daqueles que os alimentam e ainda se riem da pobre letargia do seu rebanho.
Vis pecadores. Só tenho pena de não acreditar no Inferno...
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Teoria - Parte II
Um retrato da espécie humana.
O solo está duro. Existe um homem forte que cava. Consegue plantar. Consegue sobreviver, colhendo o fruto da sua força e inegável vontade de sobreviver.
O solo está duro. Existe um homem fraco que tenta cavar. Encosta-se, suando. Descansando e olhando para o fruto do seu esforço. Nada. Olha para o lado. Está o homem forte encostado e suando. Olha para aquela paisagem verdejante que jamais irá alcançar. Olha à sua volta e vê mais dez iguais a si. Suando e esqueléticos. Estômagos inchados da falta de alimento. Dirige-se a esses dez. Convence-os, no meio da covardia individual, a juntarem-se à coragem social. Rodeiam o mais forte e obrigam-no a trabalhar. Este cava o chão de todos. O primeiro mais fraco reclama o prémio de 20 por cento da colheita de todos. Foi ele que teve a ideia! A fraqueza e covardia individual dos outros não permite-lhes negar. Esquecem-se que são 10 contra 1. São fracos. E assim os fracos governam. Sobre os fortes e os outros fracos.
Um retrato...
Como ser individual. Destruir o próximo garantido assim a sua sobrevivência no mundo hostil que o mata sozinho. Junta-se a outros para combater o mais forte para depois ser destruído por um mais fraco. Composto por um todo mais forte com mais fracos. E todos os mais fracos se juntam na destruição da sobrevivência de uma espécie forte. Tornando a espécie fraca na defesa dos direitos dos fracos perante os fortes. E os mais fracos dos fracos juntam-se na pisadela cósmica dos restantes que já são demasiado fracos para se defenderem. E assim se atinge a hegemonia dos mais fracos. Os mais espertos dos mais fracos que conseguiram a eleminação dos mais fortes para poderem subjugar os restantes mais fracos. Na sua busca pela sobrevivência tornam-se os mais fortes dos fracos. Na matança colectiva de uma sobrevivência forte.
O forte não responde. Não necessita. Já é forte e nada teme. Mas é subjugado pelo mais fraco. Pelo número dos mais fracos que se juntam para sobreviver. Até à morte do mais forte. Até à morte da espécie.
Ninguém sobreviverá neste mundo fraco. Nem o fraco que matou o forte. Ninguém o protegerá. Não saberá. Era o forte que o alimentava. Com os restos que não precisava. Dignos de um mais fraco. Nem os restos sobram. A espécie outrora forte e presentemente fraca morre porque o mais forte não lutou. Não precisava. O mais fraco não era ameaça à sua sobrevivência. Adormeceu e não acordou.
O último suspiro do fraco dá-se ao sabor de um vento que traz-lhe, sussurrando ao ouvido, a memória dos restos do mais forte. Esboça um esgar de ódio auto-mutilante.
Mais valia ter morrido do que ter matado a espécie humana!
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
O solo está duro. Existe um homem forte que cava. Consegue plantar. Consegue sobreviver, colhendo o fruto da sua força e inegável vontade de sobreviver.
O solo está duro. Existe um homem fraco que tenta cavar. Encosta-se, suando. Descansando e olhando para o fruto do seu esforço. Nada. Olha para o lado. Está o homem forte encostado e suando. Olha para aquela paisagem verdejante que jamais irá alcançar. Olha à sua volta e vê mais dez iguais a si. Suando e esqueléticos. Estômagos inchados da falta de alimento. Dirige-se a esses dez. Convence-os, no meio da covardia individual, a juntarem-se à coragem social. Rodeiam o mais forte e obrigam-no a trabalhar. Este cava o chão de todos. O primeiro mais fraco reclama o prémio de 20 por cento da colheita de todos. Foi ele que teve a ideia! A fraqueza e covardia individual dos outros não permite-lhes negar. Esquecem-se que são 10 contra 1. São fracos. E assim os fracos governam. Sobre os fortes e os outros fracos.
Um retrato...
Como ser individual. Destruir o próximo garantido assim a sua sobrevivência no mundo hostil que o mata sozinho. Junta-se a outros para combater o mais forte para depois ser destruído por um mais fraco. Composto por um todo mais forte com mais fracos. E todos os mais fracos se juntam na destruição da sobrevivência de uma espécie forte. Tornando a espécie fraca na defesa dos direitos dos fracos perante os fortes. E os mais fracos dos fracos juntam-se na pisadela cósmica dos restantes que já são demasiado fracos para se defenderem. E assim se atinge a hegemonia dos mais fracos. Os mais espertos dos mais fracos que conseguiram a eleminação dos mais fortes para poderem subjugar os restantes mais fracos. Na sua busca pela sobrevivência tornam-se os mais fortes dos fracos. Na matança colectiva de uma sobrevivência forte.
O forte não responde. Não necessita. Já é forte e nada teme. Mas é subjugado pelo mais fraco. Pelo número dos mais fracos que se juntam para sobreviver. Até à morte do mais forte. Até à morte da espécie.
Ninguém sobreviverá neste mundo fraco. Nem o fraco que matou o forte. Ninguém o protegerá. Não saberá. Era o forte que o alimentava. Com os restos que não precisava. Dignos de um mais fraco. Nem os restos sobram. A espécie outrora forte e presentemente fraca morre porque o mais forte não lutou. Não precisava. O mais fraco não era ameaça à sua sobrevivência. Adormeceu e não acordou.
O último suspiro do fraco dá-se ao sabor de um vento que traz-lhe, sussurrando ao ouvido, a memória dos restos do mais forte. Esboça um esgar de ódio auto-mutilante.
Mais valia ter morrido do que ter matado a espécie humana!
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
Teoria - Parte I
Crente ou descrente?
Ingénuo ou esperto?
Desesperado ou esperançoso?
Condições humanas que explicam a existência de um deus.
Existe energia. Energia inexplicável. Dizem que não se gasta. Apenas se transforma.
E se a alma humana não for mais do que energia?
O espírito.
Energia!
Não existe morte. Existe uma transição de energia.
E se se quer explicar o transcendente?
Uma junção de partes de um todo ou de todos numa parte. Se houver uma ligação de alguém que morre com todos os que já viveram, haverá uma infinidade de almas cujas energias se juntam numa única alma supra consciente. Uma consciência indidual numa consciência de todos. Todos existem num só. Mas não existem individualmente porque a supra consciência é absoluta. Mas existe a individualidade que constrói o todo. A defesa do todo suplanta a individualidade e a sua tentativa destruidora do todo em relação à sobrevivência da individualidade. Protege-se. Tem o poder do resto da energia contra o indivíduo. Mas não é nada sem o indivíduo. E a energia individual não atinge o todo se não se juntar, perdendo a sua individualidade que procurava o todo.
Co-existência de um todo.
Não co-existe uma vez que é um todo individual. Logo, co-existe fruto da necessidade de sobrevivência de um indivíduo. Total. Energia única divisível em ínfimas partes. Indivisível no seu todo divisível, composto por todas as almas e espíritos energéticos humanos.
A enrgia não é boa. Não é má. Apenas é.
Não tem conceitos morais.
Não decide que energia se junta. Toda se junta. Toda a energia faz parte da supra energia.
Poder absoluto na destruição de uma energia individual que faz parte dela. Que é indestrutível fruto da sobrevivência infinita provocada pela individualidade de cada ser energético inexistente. Inexistente como indivíduo no todo. Mas que defende e transmite o estado máximo da existência.
A Sobrevivência. Subvivida individualmente pelo individuo inexistente que faz parte de um todo indivisível. Indestrutível. Sobrevivência levada ao extremo.
Simplesmente é.
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
Ingénuo ou esperto?
Desesperado ou esperançoso?
Condições humanas que explicam a existência de um deus.
Existe energia. Energia inexplicável. Dizem que não se gasta. Apenas se transforma.
E se a alma humana não for mais do que energia?
O espírito.
Energia!
Não existe morte. Existe uma transição de energia.
E se se quer explicar o transcendente?
Uma junção de partes de um todo ou de todos numa parte. Se houver uma ligação de alguém que morre com todos os que já viveram, haverá uma infinidade de almas cujas energias se juntam numa única alma supra consciente. Uma consciência indidual numa consciência de todos. Todos existem num só. Mas não existem individualmente porque a supra consciência é absoluta. Mas existe a individualidade que constrói o todo. A defesa do todo suplanta a individualidade e a sua tentativa destruidora do todo em relação à sobrevivência da individualidade. Protege-se. Tem o poder do resto da energia contra o indivíduo. Mas não é nada sem o indivíduo. E a energia individual não atinge o todo se não se juntar, perdendo a sua individualidade que procurava o todo.
Co-existência de um todo.
Não co-existe uma vez que é um todo individual. Logo, co-existe fruto da necessidade de sobrevivência de um indivíduo. Total. Energia única divisível em ínfimas partes. Indivisível no seu todo divisível, composto por todas as almas e espíritos energéticos humanos.
A enrgia não é boa. Não é má. Apenas é.
Não tem conceitos morais.
Não decide que energia se junta. Toda se junta. Toda a energia faz parte da supra energia.
Poder absoluto na destruição de uma energia individual que faz parte dela. Que é indestrutível fruto da sobrevivência infinita provocada pela individualidade de cada ser energético inexistente. Inexistente como indivíduo no todo. Mas que defende e transmite o estado máximo da existência.
A Sobrevivência. Subvivida individualmente pelo individuo inexistente que faz parte de um todo indivisível. Indestrutível. Sobrevivência levada ao extremo.
Simplesmente é.
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Manuel Alegre
É Triste.
Ora vejamos o que diz:
"Estes são os sinais de uma crise que atravessa o mundo e que, tal como tem sido dito, não é mais uma crise cíclica, é uma crise estrutural, uma crise que exige uma mudança profunda e de que só se sai com outro paradigma, outro projecto, outro modelo de desenvolvimento. Mais de que uma visão contabilística e tecnocrática, é preciso uma visão política, com abertura de espírito, inovação e criatividade. Mudar a economia, mudar o sentido da política, mudar a vida. Capacidade de invenção, poder de inspiração."
Que modelo? O socialista? Que esbanja os recursos públicos naqueles que não querem trabalhar? Naqueles que são vigaristas? Naqueles que querem um empregozinho pago pelo resto dos contribuintes? Que querem uma casa mas depois não pagam a renda simbólica e ainda reclamam que os elevadores estão sempre estragados?
A mudança profunda necessária é de mentalidade. De civismo. De educação. De abnegação e sacrifício em nome de um futuro mais próspero. E não é só dos políticuzinhos que temos. É da populaçãozinha também!
É muito Triste:
"Como republicano, quero uma República moderna, escola pública, serviço nacional de saúde, protecção social, direitos políticos individuais articulados com os direitos sociais, culturais e ambientais."
O que é uma república moderna? E diga-se a quem transcreveu o discurso para o site do Triste que não faz sentido escrever república com maiúscula... Será uma república com computadores da NASA? Será uma república com um presidente que não seja de enfeitar? Com poderes de governação? Com a dispensa de um PM?
É impressão minha ou já temos escola pública, serviço nacional de saúde e protecção social? Podem ser uma merda... Mas já temos... Quem é que ele está a tentar enganar? Deve ser os portuguesinhos mais imbecis porque o resto até sabe que existem...
E que idiotice é esta de direitos políticos individuais articulados com os direitos sociais? Quer mais referendos? Quer mais casamentos? Menos assinaturas para se candidatarem a PM? Ou a Presidente?
Articulados? Devo ser muito estúpido mas não atinjo o significado. Acho que se alguém perguntar-lhe receberá uma resposta ainda mais complicada e com menos significado ainda...
É Tristérrimo
"Mas Portugal existe, porque houve sempre, desde o princípio e através dos séculos, um povo que acreditou que Portugal vale a pena. Um povo e dirigentes que acreditaram e agiram. E é disso que hoje precisamos. Acreditar e agir. Não sucumbir à tendência para o queixume, para a lamechice, para o fatalismo."
O povo acreditou? Mas que palhaçada é esta? Mas que livros de história de Portugal é que ele lê? Portugal em Verso? A História de um Romântico? Ou terá sido a História de um Imbecil? Mas desde quando é que o povo português se insurgiu contra os malefícios de que era alvo? Se nem o 25 de Abril foi uma revolta do povo!?
E retrata o povozinho portuguesinho na última frase. Eu retiraria apenas a palavra tendência. São queixosos, lamechas e fatalistas. E acrescentaria egoístas. E invejosos. E mal educados. E vigaristas. E oportunistas. E...
A única parte do discurso com que concordo são as últimas duas frases. Nesse aspecto também sou um romântico! Só espero que se atinja esses objectivos antes da implosão do sol!
Vai p'ra casa ò Manel!!! Deixa-nos continuar na merda. Ao menos já sabemos com o que contamos!
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
Ora vejamos o que diz:
"Estes são os sinais de uma crise que atravessa o mundo e que, tal como tem sido dito, não é mais uma crise cíclica, é uma crise estrutural, uma crise que exige uma mudança profunda e de que só se sai com outro paradigma, outro projecto, outro modelo de desenvolvimento. Mais de que uma visão contabilística e tecnocrática, é preciso uma visão política, com abertura de espírito, inovação e criatividade. Mudar a economia, mudar o sentido da política, mudar a vida. Capacidade de invenção, poder de inspiração."
Que modelo? O socialista? Que esbanja os recursos públicos naqueles que não querem trabalhar? Naqueles que são vigaristas? Naqueles que querem um empregozinho pago pelo resto dos contribuintes? Que querem uma casa mas depois não pagam a renda simbólica e ainda reclamam que os elevadores estão sempre estragados?
A mudança profunda necessária é de mentalidade. De civismo. De educação. De abnegação e sacrifício em nome de um futuro mais próspero. E não é só dos políticuzinhos que temos. É da populaçãozinha também!
É muito Triste:
"Como republicano, quero uma República moderna, escola pública, serviço nacional de saúde, protecção social, direitos políticos individuais articulados com os direitos sociais, culturais e ambientais."
O que é uma república moderna? E diga-se a quem transcreveu o discurso para o site do Triste que não faz sentido escrever república com maiúscula... Será uma república com computadores da NASA? Será uma república com um presidente que não seja de enfeitar? Com poderes de governação? Com a dispensa de um PM?
É impressão minha ou já temos escola pública, serviço nacional de saúde e protecção social? Podem ser uma merda... Mas já temos... Quem é que ele está a tentar enganar? Deve ser os portuguesinhos mais imbecis porque o resto até sabe que existem...
E que idiotice é esta de direitos políticos individuais articulados com os direitos sociais? Quer mais referendos? Quer mais casamentos? Menos assinaturas para se candidatarem a PM? Ou a Presidente?
Articulados? Devo ser muito estúpido mas não atinjo o significado. Acho que se alguém perguntar-lhe receberá uma resposta ainda mais complicada e com menos significado ainda...
É Tristérrimo
"Mas Portugal existe, porque houve sempre, desde o princípio e através dos séculos, um povo que acreditou que Portugal vale a pena. Um povo e dirigentes que acreditaram e agiram. E é disso que hoje precisamos. Acreditar e agir. Não sucumbir à tendência para o queixume, para a lamechice, para o fatalismo."
O povo acreditou? Mas que palhaçada é esta? Mas que livros de história de Portugal é que ele lê? Portugal em Verso? A História de um Romântico? Ou terá sido a História de um Imbecil? Mas desde quando é que o povo português se insurgiu contra os malefícios de que era alvo? Se nem o 25 de Abril foi uma revolta do povo!?
E retrata o povozinho portuguesinho na última frase. Eu retiraria apenas a palavra tendência. São queixosos, lamechas e fatalistas. E acrescentaria egoístas. E invejosos. E mal educados. E vigaristas. E oportunistas. E...
A única parte do discurso com que concordo são as últimas duas frases. Nesse aspecto também sou um romântico! Só espero que se atinja esses objectivos antes da implosão do sol!
Vai p'ra casa ò Manel!!! Deixa-nos continuar na merda. Ao menos já sabemos com o que contamos!
E que os jogos se iniciem! - diría o Nero.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
(In)Justiça
Que não existe uma justiça célere, eficaz e de fácil acesso a todos, todos sabemos.
O porquê é que ninguém diz.
É porque o legislador é incompetente? Talvez.
Será dos Juízes? Talvez.
Será dos advogados? Talvez.
Será da falta de recursos? Talvez.
Será da falta de instalações em condições? Talvez.
Será da organização do sector? Talvez.
Quando temos uma Assembleia da República que forma uma unidade de missão com o intuito de rever ou fazer leis e depois de meses de estudo altera a legislação final entregue pela dita... temo que seja por serem muito competentes. Quais os motivos? Interesses pessoais. Como bom portuguesinhos que são, não lhes interessa que funcionem. As razões? HA! HA!
Existem muitos juízes sérios. Mas também existem muitos juízes portuguesinhos. Qual a maioria? Hmmm...
O simples facto de não chegarem a acordo em relação às escutas ao Socretino é demonstrativo da imbecilidade camuflada dos legisladores: quando - contra a decisão unânime da unidade de missão - se coloca três personagens de um povo acima do resto. Leiam o "Triunfo dos Porcos" de George Orwell.
Se os juízes não sabem aplicar uma lei, se a unidade de missão composta por juízes dá uma opinião exactamente contrária à que é posteriormente aplicada, o mínimo que poderiam fazer seria insurgurem-se contra uma lei mal feita. Dois anos depois de ser aprovada pela assembleiazinha da republicazinha das bananonas, alguns vieram dizer que eram contra. Mais valia estarem calados. Eu teria vergonha de dizer que era contra há dois anos, dois anos em que não tinha feito nada para desmascarar esses energumerozorros a quem pagamos sete ordenados mínimos mais as regalias, que devem ser outros tantos. Já estão calados outra vez, de qualquer modo. Continuam portuguesinhos. Têm medo de ser juízes no interior do país. A julgar o Zé da Horta. A condená-lo porque não pagou o PEC. Coitado só teve prejuízo. Portanto, para facilitar a vida ao Zé, vai dentro. Pelo menos fica com as refeições de borla e não paga renda. Simpático. Como não são, querem ficar nos grandes centros. Onde a confusão reina.
Não vale a pena reclamarem da falta de respeito que os portugueses têm por eles e o sistema que representam. Falem. Digam o que está mal antes que cause dano.
Não permitam leis ilegais. Contra as pessoas. Tramem o portuguezinho mas não o Português. Ele não merece!
Exijam pessoal qualificado, competente e sério. Exijam condições para executarem o seu trabalho.
Quando, e só quando, tiverem condições para o executar, poderão exigir melhores salários e condições. É irónico que a única coisa que se sabe que reclamam é sobre o fim das férias judiciais. Mesmo que tenham razão. Se tivessem a reclamar da lei que protege essas três divindades acima do povo, talvez tivessem o respeito e a força de um povo que lhes permitisse combater as idiotices brilhantes de um cretino metido a ministro da justiça. E as genialidades fabulosamente estúpidas de um primeirozinho ministrozinho armado a engenhocas, com um curso "aparentmente comprado".
Um potencial pedódilo à solta? Já ultrapassou os ANOS permitidos de prisão preventiva? Criminosos!
Por prenderem um inocente por tanto tempo e por permitirem que um criminoso ande em liberdade enquanto espera que o julgamento termine.
Insurjam-se!!!
E que os jogos se iniciem! - diria o Nero
O porquê é que ninguém diz.
É porque o legislador é incompetente? Talvez.
Será dos Juízes? Talvez.
Será dos advogados? Talvez.
Será da falta de recursos? Talvez.
Será da falta de instalações em condições? Talvez.
Será da organização do sector? Talvez.
Quando temos uma Assembleia da República que forma uma unidade de missão com o intuito de rever ou fazer leis e depois de meses de estudo altera a legislação final entregue pela dita... temo que seja por serem muito competentes. Quais os motivos? Interesses pessoais. Como bom portuguesinhos que são, não lhes interessa que funcionem. As razões? HA! HA!
Existem muitos juízes sérios. Mas também existem muitos juízes portuguesinhos. Qual a maioria? Hmmm...
O simples facto de não chegarem a acordo em relação às escutas ao Socretino é demonstrativo da imbecilidade camuflada dos legisladores: quando - contra a decisão unânime da unidade de missão - se coloca três personagens de um povo acima do resto. Leiam o "Triunfo dos Porcos" de George Orwell.
Se os juízes não sabem aplicar uma lei, se a unidade de missão composta por juízes dá uma opinião exactamente contrária à que é posteriormente aplicada, o mínimo que poderiam fazer seria insurgurem-se contra uma lei mal feita. Dois anos depois de ser aprovada pela assembleiazinha da republicazinha das bananonas, alguns vieram dizer que eram contra. Mais valia estarem calados. Eu teria vergonha de dizer que era contra há dois anos, dois anos em que não tinha feito nada para desmascarar esses energumerozorros a quem pagamos sete ordenados mínimos mais as regalias, que devem ser outros tantos. Já estão calados outra vez, de qualquer modo. Continuam portuguesinhos. Têm medo de ser juízes no interior do país. A julgar o Zé da Horta. A condená-lo porque não pagou o PEC. Coitado só teve prejuízo. Portanto, para facilitar a vida ao Zé, vai dentro. Pelo menos fica com as refeições de borla e não paga renda. Simpático. Como não são, querem ficar nos grandes centros. Onde a confusão reina.
Não vale a pena reclamarem da falta de respeito que os portugueses têm por eles e o sistema que representam. Falem. Digam o que está mal antes que cause dano.
Não permitam leis ilegais. Contra as pessoas. Tramem o portuguezinho mas não o Português. Ele não merece!
Exijam pessoal qualificado, competente e sério. Exijam condições para executarem o seu trabalho.
Quando, e só quando, tiverem condições para o executar, poderão exigir melhores salários e condições. É irónico que a única coisa que se sabe que reclamam é sobre o fim das férias judiciais. Mesmo que tenham razão. Se tivessem a reclamar da lei que protege essas três divindades acima do povo, talvez tivessem o respeito e a força de um povo que lhes permitisse combater as idiotices brilhantes de um cretino metido a ministro da justiça. E as genialidades fabulosamente estúpidas de um primeirozinho ministrozinho armado a engenhocas, com um curso "aparentmente comprado".
Um potencial pedódilo à solta? Já ultrapassou os ANOS permitidos de prisão preventiva? Criminosos!
Por prenderem um inocente por tanto tempo e por permitirem que um criminoso ande em liberdade enquanto espera que o julgamento termine.
Insurjam-se!!!
E que os jogos se iniciem! - diria o Nero
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Direitos & Deveres
Há coisas na vida que custam muito!
Uma dessas é o atestado de menoridade constantemente passado. Do governo aos sindicatos e dos sindicatos ao governo. Dessas instituições às pessoas.
Discute-se neste momento os aumentos dos funcionários públicos.
Apetece-me neste momento atirar de volta o atestado de menoridade.
Apetece-me, no fundo, é mudar de país.
Ou que o país se mude e leve os seus habitantes...
Se por um lado temos os ordenados mais baixos da UE, também é verdade que temos dos mais baixos índices de produtividade.
Durante anos, os funcionários públicos tiveram os maiores aumentos de ordenados e regalias do país. É facto que a média dos ordenados é acima do sector privado. Não têm que se preocupar em serem despedidos. Nem têm que se preocupar se executam bem o seu papel. Não são obrigados a serem bons no que são supostos fazer. Talvez por isso, venham Bettencourt Picanços & Lda. reclamar para a opinião pública os seus direitos.
E os deveres, meus senhores?????
Se o índice de produtividade fosse igual à média europeia, não precisaríamos de 20 ou 30 por cento dos funcionários. Mesmo tomando em consideração que se deixe de mandar fazer fora o que deve ser feito pelo estado.
É justo pedir aumento dos ordenados. Até são justos aumentos de 15%, 20% ou mais.
Mas..
Em primeiro lugar despeçam-se todos os que estão a mais. Acabem-se as avenças. Paguem-se os ordenados para as funções a executar e não para os quadros técnicos executarem funções de administrativo, os administrativos executarem as funções de auxiliar, etc..
Formem-se os funcionários para executar o trabalho exemplarmente e não com as "Novas Oportunidades", aumentando assim a sua produtividade. Não se permita mais do que uma pausa de 10 minutos de manhã e outra à tarde para o café e o cigarro. Obrigue-se a picar o ponto 10 a 15 minutos antes do horário para começar a executá-lo no horário estipulado Obrigue-se a trabalhar até ao fim do horário estipulado. Façam uma avaliação séria ao desempenho das chefias. Dêem meios tecnológicos para executarem as suas funções de modo rápido e eficiente. Avalie-se o desempenho de uma forma séria. Acabe-se de vez com a progressão na carreira: trabalho igual significa ordenado igual. Se alguém não desempenha as funções para as quais foi contratado, deve ser despedido. É assim no mundo real. Tempo de casa não significa maior produtividade. Paguem-se bónus de acordo com o índice de produtividade.
Acabei de resolver parte do défice das contas públicas. Agora só faltam empresários, trabalhadores e políticos sérios, honestos e competentes! E corajosos!!!E que os jogos se iniciem! - diria o Nero.
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